O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, em visita com pastores, pediu união aos Estados Unidos, em novembro do ano passado. A visita ocorreu no Palácio de Miraflores, sede da Presidência da Venezuela.
“Aos meus irmãos em Cristo de toda a América e EUA. Os EUA , da Venezuela enviamos uma única mensagem: unamo-nos no amor e na oração para que os sinos da alegria e da paz redobrem”, escreveu em uma rede social.
Na publicação, Maduro se referiu a cidadãos dos Estados Unidos como “irmãos em Cristo”.
“Eu fico energizado e fortalecido na minha fé, na minha oração e na nossa união sagrada. Eu sei que Deus nos vê, nos ouve e nunca nos desampara! Ele é meu escudo para sempre!”, afirmou.
Ação militar
Nos mês seguinte à visita, a Venezuela foi alvo de ações militares autorizadas pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.
A ação envolveu, segundo autoridades estadunidenses, ataques por vias aérea e terrestre, atingindo Caracas e outras cidades do país.
A operação resultou na captura do presidente venezuelano, Nicolás Maduro, e da primeira-dama, Cilia Flores, que foram levados para Nova York. Em depoimento à Justiça Federal dos Estados Unidos, o presidente venezuelano disse que é inocente e se classificou como prisioneiro de guerra.
Em Caracas, o governo acusa Trump de usar acusações de narcotráfico para justificar uma intervenção na Venezuela.
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