O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, criticou o show de Bad Bunny no intervalo do Super Bowl e classificou a apresentação como “absolutamente terrível”.
A declaração foi feita na rede Truth Social. Sem citar diretamente o nome do artista, Trump afirmou que se tratava de um dos piores espetáculos já realizados e disse que o número não representava parâmetros de sucesso, criatividade ou excelência do país.
O presidente associou a crítica a dados econômicos. Para ele, o show seria um “tapa na cara” de uma nação que, segundo sua avaliação, bate recordes históricos, inclusive no mercado financeiro e nos planos de aposentadoria privada conhecidos como 401(k).
Não é a primeira manifestação do republicano sobre o tema. Quando a liga anunciou a escolha do cantor, ele declarou que não conhecia o artista e classificou o convite como ridículo.
No palco, Bad Bunny adotou tom político, falou majoritariamente em espanhol e afirmou que a palavra América se refere a todo o continente. Dançarinos carregaram bandeiras de países latino-americanos enquanto o músico citava cada nação.
A apresentação teve participações de Lady Gaga e Ricky Martin. Também estiveram no palco Pedro Pascal, Becky G, Cardi B e Jessica Alba.
A presença do porto-riquenho ocorre em um momento de estratégia da NFL para ampliar a audiência na América Latina. Ele está entre os artistas mais populares do mundo e soma mais de 80 milhões de ouvintes mensais em serviços de streaming.
O cantor ainda decidiu não incluir os Estados Unidos na turnê do álbum DeBÍ TiRAR MáS FOToS, prevista para 2025 e 2026. Em entrevista à revista i-D, afirmou que havia preocupação com possíveis ações do serviço de imigração no entorno dos shows.
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